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22 de set. de 2013

Espaço do leitor: #1 Violetas de Março

É com muita alegria que venho hoje inaugurar este espaço. A coluna "Espaço do Leitor", são resenhas feitas por vocês leitores que serão escolhidas e postadas aqui, e o melhor, o nosso leitor resenhista, ganha o exemplar do livro. Então se você também quer fazer parte desta coluna entre em contato conosco!
 A Resenha de hoje é do livro "As Violetas de Março", da Editora Novo Conceito feita pelo leitor Leandro Borges do Nascimento.

Informações
Autor: Sarah Jio
Titulo: As Violetas de Março
ISBN: 9788581632223
Selo: NOVO CONCEITO
Ano: 2013
Edição: 1
Número de páginas: 304
Formato/Acabamento: 16x23x1,9
Peso: 0.44kg
Preço Sugerido: R$ 29.90
Área Principal: FICÇÃO
Assuntos: ROMANCE





Sinopse:Emily Taylor é uma mulher jovem e escritora de sucesso, mas não gosta muito de seu próprio livro. Também tem um casamento que parece ideal, no entanto ele acabará em divórcio.Sentindo que sua vida perdeu o propósito, Emily decide fazer as malas e passar um tempo em Bainbridge — a ilha onde morou quando menina — para tentar se reorganizar.
Enquanto busca esquecer o ex-marido e, ao mesmo tempo, arrumar material para um novo — e mais verdadeiro — livro, um antigo colega de escola e o namorado proibido da adolescência tornam-se seus companheiros frequentes. Entretanto, o melhor parceiro de Emily será um diário da década de 1940, encontrado no fundo de uma gaveta.
Com o diário em mãos, Emily sentirá o estranhamento e a comoção causados pela leitura de uma biografia misteriosa que envolve antigos habitantes da ilha e que tem muito a ver com sua própria história.
Assim como as violetas que desabrocham fora de estação para mostrar que tudo é possível, a vida de Emily Taylor poderá tomar um rumo improvável e cheio de possibilidades.

Por Leandro Borges do Nascimento
Finalmente um livro de "mulherzinha": um livro com bela capa como a Novo Conceito vem fazendo bem, a autora Sarah Jio estrutura em 288 páginas não um, mas dois romances surpreendentes e entrelaçados.
Confesso que me assustei quando abri o livro e me deparei com desenhos de flores nas páginas. Cheio de receio comecei a ler. E então me descobri envolvido pelo mistério que envolve o paralelismo destes romances em uma mistura perfeita entre uma história de época e um relacionamento moderno, tudo temperado à segredos, traições e confusões familiares.
Emily é uma mulher jovem, escritora de sucesso insatisfeita com sua obra. Está sendo deixada pelo marido e decide passar o mês (Março por sinal) na casa de sua tia avó, Bee, que mora em uma ilha. Emily busca uma cura para seu coração ferido e acaba dividida entre o ex-marido que à traiu e abandonou e uma insinuação de um triângulo amoroso na ilha.
Um romance assim não é um clichê novo. Mas quando Emily encontra o misterioso diário de uma desconhecida narrando uma história muito semelhante a sua, vivida mais de 60 anos antes: Então pode-se dizer que é algo novo.
Em resumo, nessa ilha existe a lenda de que uma espécie rara de violetas cresce aonde a cura emocional é necessária. No presente, ela cresce na vida de uma mulher recém-divorciada disputada por dois homens na ilha. No passado, ela cresce na vida de Esther nas páginas de um diário que contém não só sua vida, mas a chave de todos os mistérios do presente na vida de Emily.

 “ Libertei meu pulso do aperto do relógio – não consigo dormir com qualquer aparelho ligado – e abri a gaveta da mesa de cabeceira. Mas, quando deixei o relógio cair em seu interior, notei algo nas sombras.
Era um diário pelo que parecia. Peguei-o e passei a mão ao longo da lombada.  Ele era velho, e sua intrigante capa vermelha parecia gasta e puída.”

O leitor vai perceber desde o início que Emily é uma mulher forte e Esther é uma mulher desesperada. Mas é curioso como a opinião das personagens sobre si próprias durante a narrativa é exatamente oposta. O fato de serem dois triângulos amorosos separados pelo tempo e unidos por segredos revelados a cada página, mantém o leitor em uma espécie de transe.
Ótimos ganchos e uma visão feminina acurada sobre as emoções femininas diante das incertezas das relações amorosas.
Não posso dizer que não gostei. Me surpreendi até. Sobretudo pelo final!
Mas é uma leitura para o público feminino e indico fortemente que – com raras exceções – os homens evitem este livro. Também não indico para adolescentes. É, sobretudo, um livro para mulheres que são ou já foram casadas. Não é infantil e reflete a praticidade da mulher mais experiente que não tem mais ilusões sobre seus pudores e despudores...
É um bom livro.
Boa leitura.

Leandro Borges, é estudante de engenharia eletrônica e leitor compulsivo desde sempre.

20 de mar. de 2013

Lançamento e 1º Capítulo de As Violetas de Março - Sarah Jio



O amor surge quando você menos espera!

Quantas e quantas vezes você procurou um amor? Viver um grande romance é o seu sonho? E você já percebeu que quanto mais você procura, menos acha uma pessoa bacana?!
Pois é, você pode se surpreender, pois o amor surge de onde você menos espera. Mas a grande questão é: Você diz que o ama logo de cara?
A mulher tem a reputação de dizer "eu te amo" logo no início de um relacionamento, mas na verdade são eles que dizem antes. Aliás, eles admitem pensar sobre confessar o amor em média seis semanas antes que suas parceiras, segundo um artigo publicado no periódico norte-americano Journal of Personality and Social Psychology.

Por mais estranho que pareça, a resposta para essa atitude dos homens faz todo sentido à luz da psicologia evolucionista. Os homens podem ser mais impulsivos na maneira de expressar o amor, mas para eles este tem significado muito diferente do que para as mulheres.

Veja só, os pesquisadores descobriram que uma confissão de amor por parte dos homens pode resultar em sexo o mais rápido possível, que é o objetivo evolutivo final do gênero, e por isso dizem "eu te amo" o mais rapidamente possível. E, ao contrário, as mulheres só dizem "eu te amo" depois do sexo, porque elas têm mais a perder com a gravidez. A confissão para elas é um sinal do compromisso de longo prazo, bem diferente dos homens, que não querem compromisso. No jargão, eles querem "comprar na baixa" e elas, "vender na alta".

Na pesquisa feita no MIT, os homens mais felizes em obter a confissão de amor da mulher eram aqueles interessados em aventuras de curta duração, e mulheres que procuram relacionamento de longo prazo eram mais felizes em ouvir o "eu te amo" depois do ato consumado.

Pois é, padrões primitivos persistem no comportamento humano. São as bases biológicas que podem nos ajudar a entender as motivações ocultas das pessoas. Isso inclui também o comportamento de consumo, pois o homem dará muitos presentes antes de ter a mulher,Âncora e ela vai esperar uma ocasião mais tardia, que demonstre compromisso de longo prazo.

Quer saber mais? É só clicar no banner no início do texto e baixar o primeiro capítulo do livro!