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12 de fev. de 2014

Resenha - O Visconde Que Me Amava; Os Bridgertons 2

O Visconde Que Me Amava – Os Bridgertons 2


Informações:
Titulo original: The Viscount Who Loved Me
Autor(a): Julia Quinn
Páginas: 304
Formato: 16X23 cm
Peso: 360g
Acabamento: Brochura
Lançamento: 14/08/2013
ISBN: 9788580411973
Preço: R$29,90


*Não conhece a Série Os Bridgertons? Você pode ler a resenha do 1º volume da série, O Duque e Eu, clicando aqui!*


Sinopse:
A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela. Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele. Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração.


Por Carla Rodriguez

Primeiro, temos Anthony, o filho mais velho dos Bridgertons, ou seja: além de encantador, um visconde muito, muito rico e que resolve deixar os anos de libertinagem para finalmente se casar. Em segundo lugar: Edwina Sheffield, uma perfeita dama e a moça mais bonita da temporada.  Essa história poderia ser facilmente resolvida e todo mundo sabia disso. Era a equação perfeita, mas qual seria a graça? Então Julia Quinn (essa linda!) coloca no caminho do suposto casal Kate, irmã mais velha de Edwina e quase um cão de guarda da jovem.

Kate não acredita que Anthony tenha simplesmente deixado de ser um libertino e de maneira alguma deixaria sua irmã se casar com alguém que ela não tivesse certeza ser o marido perfeito pra ela.

Bem, agora imagine se, por acaso, toda essa determinação de Kate em manter um libertino longe de sua irmã fosse o charme ideal para controlar o lado rebelde e cabeça-dura de Anthony? Claro, sem falar de seu coração... Poderia ser uma situação extremamente constrangedora, mas pra mim foi extremamente divertida. Afinal, qualquer um poderia ver o que estava acontecendo, menos Anthony e Kate que passavam o tempo todo brigando.

Honestamente, Kate é minha personagem preferida no livro. Ela é forte e determinada nas coisas que ela acredita. Acho Edwina uma personagem doce, tão doce que ela se torna sem sal (sem intenção de fazer um trocadilho, mas já fazendo). Ainda que seja extremamente leal a sua irmã, não foi uma personagem que me cativou. E na ala masculina, Julia Quinn é expert em criar personagens masculinos que nos fazem suspirar! Determinados e um tanto rebeldes, não são homens sem defeitos, mas são sempre muito leais e com alguma marca do passado que abre uma janela pra um coração doce como de um menino *momento em que todas suspiram* Não preciso dizer que adoro Anthony, certo? Acho a relação de toda a família Bridgerton é muito bonita, mas a relação de Anthony com o pai é especial.

E tudo isso, obviamente, repleto de maravilhosas cenas causadas pela grande e divertidíssima família Bridgerton, onde todos os personagens nos fazem rir, e as perversamente maravilhosas notícias das Crônicas da Sociedade de Lady Whistledown!


O livro é uma delícia de ser lido. Quem acompanha o blog já deve saber: acho a escrita da Julia Quinn uma graça, pois ela saber fazer o leitor rir durante o livro todo, mas também escreve momentos tão encantadores e emocionantes, todos os personagens tem relações muito fortes, que pode te levar as lágrimas. Pode não ser a uma leitura que vai mudar sua vida, mas tenho certeza que vai tornar seu dia mais gostoso.





8 de jan. de 2014

Resenha de A Garota do Penhasco - Lucinda Riley

Autores: Lucinda Riley
Título: A Garota do Penhasco
ISBN: 9788581632575
Selo: Novo Conceito
Ano: 2013
Edição: 1/2013
Número de páginas: 528

Sinopse: A Garota do Penhasco é um romance que enreda o leitor através de vários fios: a história de Grania Ryan e sua querida Aurora Devonshire, a garota do penhasco, nos fala sobre mudança de vida.
A história das famílias Ryan e Lisle é um lindo conto sobre um século de mal-entendidos e rancor entre inimigos que se acreditam enganados por falcatruas financeiras.
O caso de amor entre Grania Ryan e Lawrence Lisle comove por sua delicadeza e força vertiginosa que culmina em imensa tristeza.
Mas, sobretudo, A Garota do Penhasco é um livro que mostra como é possível encontrar uma finalidade, um propósito, quando todas as esperanças parecem perdidas.

por Carla Rodriguez



A Garota do Penhasco é um livro que alterna sua narrativa entre os dias atuais e o período durante e pós a Segunda Guerra Mundial, contando a história de duas famílias, os Lisle e os Ryan, que durante gerações viram seus caminhos se cruzarem e todas as vezes terminando de alguma forma trágica.


Lucinda Riley, com sua cara de boneca de porcelana, esconde sua verdadeira face, uma face de crueldade com seus leitores, ou pelo menos foi assim que me senti lendo A Garota do Penhasco. Não me entenda mal, é um livro lindo, Lucinda parece escrever poesia, mas tem tanta dor, tanto sofrimento, que algumas vezes eu precisei abandoná-lo e procurar algo divertido que me distraísse e me desligasse um pouco de toda aquela tristeza. É impossível não se apaixonar pelas protagonistas, mulheres sofredoras e ainda sim fortes, doces e que quase sempre sofreram por amar de mais os outros, por serem boas de mais.


Esse um livro sobre amor, o mais puro e incondicional, sobre erros do passado e sobre reconstrução, mas também um livro sobre traição e egoísmo. A Garota do Penhasco não é um livro qualquer, é daqueles que a gente lê e sabe que nunca mais vai esquecer. Ele toca no coração da gente.

Seja pelo meu histórico familiar ou por vir de uma cidade pequena e quase "interior", os efeitos e as consequências da Segunda Guerra Mundial sempre me pareceram algo tão distante, de muitos e muitos séculos passados, não algo de apenas algumas décadas. Sempre soou pra mim quase como uma lenda, algo que eu me negava acreditar que realmente aconteceu um dia, consequentemente, poucas vezes reflei sobre o que poderia ter causado as pessoas que viveram esse período. Pensar nisso sempre me doeu, na verdade acho que dói a qualquer pessoa em sã consciência. Com isso, minhas reflexões sobre o assunto sempre se limitaram a leitura de livros que tratavam do tema, como um meio de proteção, já que ao fechar o livro eu voltava a levantar minhas barreiras sobre uma das maiores catástrofes da nossa história. Ler A Garota do Penhasco me fez refletir sobre como algumas famílias foram tão fortemente afetadas que as consequências durem até os dias de hoje, quanto essas pessoas perderam e como seus destinos mudaram.

A Garota do Penhasco é um livro incrível, mas é um livro triste, ele faz a gente pensar e dar mais valor as pessoas que a gente tem por perto. Leitura obrigatória, mas você deve estar preparado.



29 de set. de 2013

Resenha # Bruxos e Bruxas - James Patterson & Gabrielle Charbonnet

Bruxos e Bruxas – James Patterson & Gabrielle Charbonnet

Informações:

Titulo original: Witch and Wizard

Tradução: Ana Paula Corradini
Páginas: 288
Formato: 16x23 cm
Peso: 420g
Acabamento: Brochura
Lançamento: 2013
ISBN:9788581632216
Preço: R$29,90



Sinopse:
É como entrar em um pesadelo. Do nada, você é retirado de sua casa, preso, e acusado de bruxaria. Parece século 17, mas é o governo da Nova Ordem, e está acontecendo agora!
Sob a ideologia da Nova Ordem, O Único Que É O Único mantém seu poder à força, sem música, nem internet, nem livros, arte ou beleza. E ter menos de 18 anos já é motivo suficiente para que você seja suspeito de conspiração.
Os irmãos Allgood estão encarcerados nesse pesadelo e, para escapar desse mundo de opressão e medo, terão que contar um com o outro e aprender a usar a magia.
Do autor best-seller James Patterson, Bruxos e Bruxas é uma saga para se ler... antes que seja tarde.


Por Carla Rodriguez

Antes de começar eu preciso confessar uma coisa: eu nunca havia lindo NADA do James Patterson (as resenhas dos livros dele publicadas aqui no blog geralmente são da Andréia ou da Luciana). Bom, virei fã! No meio dessa moda de distopias, James Patterson veio carimbar sua participação.

Bruxos e Bruxas conta a história dos irmãos Wisteria e Whitford Allgood, ou Wisty e Whit. Ela tem 15 anos e ele 17.

Vivendo em um mundo governado pela “Nova Ordem”, que é comandada pelo “O Único Que É O Único”, e onde é proibida qualquer forma de arte ou expressão de liberdade, ou seja: sem arte, música, livros e sem internet. E quem descumprir, será punido. Wisty e Whit eram adolescentes normais, até que... bem, como qualquer história, até que tudo muda. Tudo começa quando a casa deles é invadida no meio da noite por soldados da Nova Ordem e eles são presos acusados de bruxaria... Porém, segundo as leis da Nova Ordem, cada um teria o direito de levar um objeto de casa: a mãe de Wisty a entrega uma velha baqueta e o pai deles entrega a Whit um livro velho, parecido com um diário, sem nome nenhum na lombada. Foi então que Wisty pegou fogo. Isso aí, chamas explodiram de cada poro de ser corpo.  Bom, isso era um pouco incriminador para quem estava sendo acusado de bruxaria, certo?

Os dois adolescentes são levados a julgamentos, se condenados, seriam executados assim que completassem 18 anos, logo, adivinhem?

Wisty e Whit tem que lutar por sua liberdade e para aprender mais sobre sua magia, no meio de mistérios e segredos, como a aparente familiaridade entre seus pais e o “O Único Que É O Único”.

O livro é contado em primeira pessoa, alguns capítulos contados por Wisty e outros por Whit. São capítulos curtos, o que faz com que você rapidamente esteja preso a história e só consiga largar depois que souber o final. O que significa o final da série, não do livro.

Eu não tenho certeza, não achei nenhuma informação sobre isso, mas me parece que os capítulos da Wisty foram escritos por Gabrielle C. e os do Whit por James P., pois considero muito diferente o tipo de narrativa de cada um. Além de preferir e narrativa do Whit.

Se eu fosse você, começava a ler agorinha mesmo!

Se o texto e enredo super bacanas ainda não foram o suficiente para convencer você a ler, aí vai:
Eu me sinto repetitiva falando isso, mas a Novo Conceito arrasa com a arte dos livros! E, além da grande campanha de marketing que a editora criou para o livro, Bruxos e Bruxas tem uma arte l.i.n.d.a.! Se você nunca viu o livro pessoalmente, talvez não tenha  percebido, mas a capa do livro tem uma textura aveludada, além do título e nome do autor com letras em alto-relevo e douradas. O símbolo do livro (B no livro em português) também em alto-relevo com a silueta dos rostos de Wisty e Whit saindo do fogo que envolve a letra. É Lindo!

Uma curiosidade (nem tão curiosa assim se você prestou bastante atenção): no original, em inglês, o símbolo é um W, referente as iniciais de “Witch and Wizard” (título original do livro, que significa Bruxa e Feiticeiro, ou Bruxa e Bruxo) e Wisty e Whit, por isso seus rostos saindo do fogo que envolve o símbolo.



E se você, como eu, terminou o livro loouco pra saber mais, a Novo Conceito já está providenciando o lançamento de “Bruxos e Bruxas: O Dom”, segundo volume da série. Fique atento aqui no Resumo de Letras :)



Nota 4 de 5 :)

22 de set. de 2013

Resenha - Um Gato de Rua Chamado Bob

Um Gato de Rua Chamado Bob - James Bowen

Informações:

Titulo original: A street cat named Bob
Tradução: Ronaldo Luís da Silva
Páginas: 240
Formato: 16X23 cm
Peso: 352g
Acabamento: Brochura
Lançamento: 2013
ISBN: 9788581631523
Preço: R$24,90



Sinopse

É uma tarde de outono em Covent Garden, Londres. Trabalhadores correm para o almoço, turistas brotam de todos os lados e clientes entram e saem das lojas. 
No meio de tudo isso está um gato. Usando um vistoso lenço Union Jack em volta do pescoço e cercado por uma multidão de 30 espectadores de boca aberta, Bob, o gatinho cor de laranja, sorri — é, sorri — timidamente. 
Próximo a ele, está seu dono James Bowen, com seu violão surrado, cantando músicas do Oasis. Então, ele para de tocar e se abaixa para Bob: “Vamos, Bob, cumprimente!”, diz. Bob mexe os bigodes, levanta uma pata e a estende para James. A multidão assobia.

Não é todo dia que se vê um gato sentado, calmamente, no centro de Londres, aparentemente sem se abalar com o barulho das sirenes, os carros passando e todo aquele movimento — mas Bob não é um gato comum...


Por Carla Rodriguez, que foi adotada por 3 gatos de rua chamados: Finn, Fionna e Violeta.

Um Gato de Rua Chamado Bob conta a história de como Bob ajudou James Bowen a mudar sua vida. Pode parecer clichê, mas a capacidade que um animal de estimação tem de mudar nossas vidas (para melhor) é verdadeira e comprovada cientificamente (http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2012/09/17/ter-um-animal-de-estimacao-traz-alegria-qualidade-de-vida-e-saude.htm).

Com isso, acompanhamos a jornada de James e Bob desde a primeira vez que se encontram até o momento em que James percebe que Bob é uma estrela. Mas até aí existe uma longa jornada a ser enfrentada pelos dois. Uma jornada de autoconhecimento, luta e amizade.

Do gato magrelo e surrado, Bob se transforma em um esbelto laranjinha. Enquanto James vai de uma vida de subsistência, a uma pessoa confiante a apaixonada.

A amizade de Bob faz James ter coragem a enfrentar seus maiores medos: seu tratamento contra as drogas e se reconciliar com sua família. Cada percalço no caminho dos dois faz com que nós, leitores, fiquemos apreensíveis pelo final, mesmo sabendo o que acontece.

Se você é um amante de animais de estimação, sabe bem o que estou falando. Se não é, você deveria ler e descobrir o que está perdendo.

A história de Bob e James não é uma história fácil, mas é uma história linda, que deixará qualquer um apaixonado por Bob. Na minha opinião, é leitura obrigatória.

Aaah, e antes que você pergunte: Não, ninguém morre  no final, cruzes! Você pode encontrar James e Bob no Facebook clicando aqui.

E se você acha que já conhece essa história de algum lugar, vê esses vídeos aqui:






Agora, vamos aguardar ansiosos por “The World According to Bob”, a continuação dessa jornada!

Nota 5 de 5 que o livro é maravilhoso, galera!

14 de jul. de 2013

Resenha - Desejo à Meia-Noite, da autora Lisa Kleypas


Informações:
Titulo original: Mine till Midnight
Tradução: Livia de Almeida
Páginas: 272

Formato: 16X23 cm

Peso: 340g
Acabamento: Brochura

Lançamento: 15/04/2013
ISBN: 9788580411492

Preço: R$29,90

Sinopse:
Após sofrer uma decepção amorosa, Amelia Hathaway perdeu as esperanças de se casar. Desde a morte dos pais, ela se dedica exclusivamente a cuidar dos quatro irmãos – uma tarefa nada fácil, sobretudo porque Leo, o mais velho, anda desperdiçando dinheiro com mulheres, jogos e bebida.

Certa noite, quando sai em busca de Leo pelos redutos boêmios de Londres, Amelia conhece Cam Rohan. Meio cigano, meio irlandês, Rohan é um homem difícil de se definir e, embora tenha ficado muito rico, nunca se acostumou com a vida na sociedade londrina.
Apesar de não conseguirem esconder a imediata atração que sentem, Rohan e Amelia ficam aliviados com a perspectiva de nunca mais se encontrarem. Mas parece que o destino já traçou outros planos.
Quando se muda com a família para a propriedade recém-herdada em Hampshire, Amelia acredita que esse pode ser o início de uma vida melhor para os Hathaways. Mas não faz ideia de quantas dificuldades estão a sua espera. E a maior delas é o reencontro com o sedutor Rohan, que parece determinado a ajudá-la a resolver seus problemas.
Agora a independente Amelia se verá dividida entre o orgulho e seus sentimentos. Será que Rohan, um cigano que preza sua liberdade acima de tudo, estará disposto a abrir mão de suas raízes e se curvar à maior instituição de todos os tempos: o casamento?



Por Carla Rodriguez

Após “O Duque e Eu”, temos o segundo lançamento da coleção “Romances de Época” da Editora Arqueiro: Desejo à Meia-noite, primeiro livro da série Os Hathaways.

O livro conta a história da família Hathaway, uma família com sérios problemas financeiros, um tanto excêntrica para a época onde cada membro da família possui sua peculiaridade digna de protagonizar um livro, o que considero muito justo e aceito a leitura de bom grado :)

“Os Hathaways 1 – Desejo à Meia-Noite”, trata da história de Amélia Hathaway, que desde o falecimento de seus pais e a doença de seus irmãos, assumiu o papel de mãe e protetora da família, o que não é uma tarefa fácil, como eu disse, cada Hathaway possui sua peculiaridade.

Marcada pela perda dos pais, a escarlatina que dois anos antes quase a fizera perder sua irmã Win e transformara pra sempre seu irmão Leo, unidos a uma decepção amorosa do passado, fizeram Amélia se fechar para qualquer coisa que não fosse cuidar de sua família e das besteiras feitas por Leo, Lorde Ramsay. Tudo isso a transformou em uma pessoa controladora, teimosa e cética. Isso até conhecer Cam Rohan...

Cam Roham era um poshram, um mestiço. Filho de mãe cigana e pai irlandês gadjo, Roham possui uma maldição de sorte. Fortemente ligado à cultura e crenças ciganas ainda, que vivendo no mundo gadjo (não-cigano), ele sabe desde a primeira vez em que vê Amélia que aquele encontro não era uma mero acaso, mas algo a muito destinado a acontecer.

Desde o primeiro encontro entre essas duas pessoalidades, tão parecidas e ao mesmo tempo tão distintas, a tensão e o desejo são quase que incontroláveis, o que ainda causará muita história. As noitadas de Leo,os problemas de Ramsay House, a eterna sombra da morte de sua melhor amiga (amor da vida de Leo), um incêndio e Cam Roham, são apenas alguns dos problemas que Amélia terá que enfrentar e aprender que as vezes precisamos nos arriscar e confiar nos outros para nos ajudar a reerguer.
O livro é maravilhoso. Lisa Kleyplas desenvolve um universo profundo, uma história incrível com personagens marcantes. A forma como Lisa escreve é leve mas intensa em emoções. A única coisa que posso dizer, sem contar spoiler, é que estou louca para ler “The Hathaways 2 – Sedução ao Amanhecer”! (Que já foi lançado esse mês!)


Além disso... Além de uma arte gráfica nada menos que linda (dentre os 3 livros lançados dos Romances de Época essa é a que mais gosto, ainda que goste de todas), a Editora Arqueiro colocou no final de todos os livros da coleção o primeiro capítulo do livro seguinte. Se eu fosse você corria pra ler “Desejo à Meia-Noite”, pois pela provinha de “Sedução ao Amanhecer”, o livro será tão ou mais delicio que esse!


5 estrelinhas que o livro é incrível!

13 de jul. de 2013

Resenha: O Livro do Amanhã - Cecelia Ahern


O Livro do Amanhã

Informações:
Titulo original: The Book of Tomorrow
Autor(a): Cecelia Ahern
Páginas: 368
Formato: 16X23 cm
Peso: 515g
Acabamento: Brochura
Lançamento: 18/02/2013
ISBN: 9788581630342
Preço: R$31,90





Sinopse
:
Tamara Goodwin sempre teve tudo o que quis e nunca precisou pensar no amanhã. Contudo, de repente, seu mundo vira de cabeça para baixo e ela precisa trocar sua confortável vida da metrópole por uma cidadezinha do interior. Assim, Tamara logo se sente solitária e louca para voltar para casa.

Então, uma biblioteca itinerante chega ao vilarejo, trazendo junto um misterioso livro de couro trancado com uma fivela dourada e um cadeado. O que Tamara descobre ao longo de suas páginas a deixa surpresa. E tudo começa a mudar das maneiras mais inesperadas possíveis... Será possível mudar o amanhã?

Por Carla Rodriguez

A primeira palavra que vem a cabeça ao pensar em “O Livro do Amanhã” é: Surpreendente. Eu ainda não sei dizer se isso é bom ou ruim. Pela sinopse do livro eu esperava uma coisa... e ela não aconteceu, o que me deixou com um sentimento de “Ok, mas cadê a parte x?” Por outro lado, uau, eu nunca tinha lido nenhum livro da Cecelia Ahern antes, mas vou te falar, a mulher é boa em reviravoltas!

O Livro do Amanhã leva o leitor a conhecer Tamara Goorwin: rica, mimada, egoísta e que acaba de perder tudo o que tem. O que Tamara não sabe é tudo que ela tanto idolatra talvez nunca deveria quer ter sido dela.

Após encontrar um misterioso livro em branco na Biblioteca Itinerante, Tamara começa uma jornada de descobertas sobre seu passado, que a levam a descobrir que talvez tudo que ela sabia sobre si mesma e sua família não passam de uma mentira.

Uma história aparentemente simples, mas cheia de reviravoltas e um final surpreendente, Cecelia Ahern  prende o leitor até a última página (quer ele goste ou não).


Além da história... É legal ressaltar também o trabalho da Editora Novo Conceito com a arte gráfica do livro: lindíssima! Confesso que o livro me ganhou pela capa. A foto do livro aberto , estampado na capa, me encanta.


Quatro "estrelinhas" pela capacidade de prender o leitor :)

Assista o Book Trailer:

16 de mai. de 2013

Resenha - O Duque e Eu - Julia Quinn


O Duque e Eu - Julia Quinn

Informações:
Titulo original: The Duke and I
Tradução: Cássia Zanon

Páginas: 288

Formato: 16X23 cm
Peso: 360g
Acabamento: Brochura
Lançamento: 15/04/2013
ISBN: 9788580411461

Preço: R$29,90

  


Sinopse

Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas.

Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível.

É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga.

A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta.

Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida.

Primeiro dos oito livros da série Os Bridgertons, O duque e eu é uma bela história sobre o poder do amor, contada com o senso de humor afiado e a sensibilidade que são marcas registradas de Julia Quinn, autora com 8 milhões de exemplares vendidos.




Por Carla Rodriguez


Simon é um personagem apaixonante. Sim, ele é o tipo de mocinho que faz todo mundo suspirar. Uma personalidade forte, porém muito leal às coisas que acredita, e muito sedutor. Ele sofreu durante sua infância com seu problema de gagueira e a rejeição de seu pai, tendo como único apoio os empregados do Castelo de Clyvedon. Cresceu com a objetivo de provar que seu pai estava errado sobre tudo que havia julgado que Simon seria incapaz, e jamais cumpriria o grande sonho de seu pai: dar continuidade ao sobrenome Basset e ao Ducado de Hastings.

Para provar que seu o Duque estava errado, Simon cresce e aprende a controlar sua gagueira. Vai estudar em Oxford, onde se torna famoso tanto por sua dedicação ao estudo como por sua libertinagem. Lá ele conhece Anthony Bridgerton, que acaba se tornam seu melhor amigo. A essa altura o Duque já havia percebido e se interessado pelo progresso do filho que abandonara todos esses anos. Quando Simon descobre e percebe que não é possível evitar seu pai em Londres, vai embora do país.

Daphne Bridgerton é o tipo de personagem que você gosta ao mesmo tempo que quer dar uns tapas, ao menos eu me sinto assim. A quarta Bridgerton é uma jovem determinada (e mimada), divertida e louca para se casar. Daphne não é como as outras garotas da época, afinal, ele teve três irmãos mais velhos para aprender algumas coisas sobre a personalidade masculina. Com isso, ela não sonha em se casar com qualquer um, ela quer um pretendente que ame, mas em seu segundo ano desfilando pela sociedade ainda não encontrou aquele que fosse mexer com seus sentimentos. Os homens que ela considerava que tinham potencial para serem bons maridos geralmente se interessavam penas por sua amizade.

E é se “esquivando” de um desses pretendentes que não estavam na lista de potenciais maridos de Daphne que ela se encontra pela primeira vez com Simon, o atual Duque de Hastings, recém-retornado a Londres após o falecimento de seu pai. Logo Daphne e Simon se tornam aliados: Simon é finge que a corteja para conseguir afastar as jovens obcecadas por um marido dele e atrair vários pretendentes para Daphne. Obviamente, esse plano não poderia dar certo, mas só lendo pra vocês conhecerem o desenrolar dessa história. Pelo meio do caminho Simon deixa bem claro as promessas que fez a si mesmo para tentar apagar a imagem de seu pai da sua vida, mas essas promessas na verdade só mostram o quando a imagem do Duque está presente na vida de Simon. Dentre elas deixando bem claro que prefere, literalmente, morrer do que se casar. Ao mesmo tempo, Daphne tem algumas atitudes infantis e mimadas, tudo para conseguir o que deseja, afinal, com três irmãos mais velhos que ela aprendeu a “dobrar” a sua maneira, não podia ser diferente com os outros. Mas acreditem, mesmo com atitudes estúpidas a gente perdoa a Daphne :)

Mas muito além de Daphne e Simon, o livro, como o nome da série diz, é sobre a família Bridgerton. São 8 irmãos mais a matriarca da família, Violet Bridgerton, e cada Bridgerton tem uma personalidade peculiar e encantadora. Não é à toa que a trilogia “Os Bridgertons” se tornou uma série de 8 livros + uma antologia
com histórias extras sobre toda a família.

Os Bridgertons são uma família barulhenta, de personalidade forte e um humor afiado para os padrões Londrinos da época. E juntamente com as “Crônicas da Sociedade de Lady Whistledown” (leia!) fazem você dar risadas a toda página!

Julia Quinn é uma autora delicada, com uma escrita leve, mas que te agarra ao livro até que você chegue a última página e fique com gosto de quero mais! Além disso: o livro é lindo! A capa é linda e o livro ainda conta com árvore genealógica da família Bridgerton, que ajuda a quem ficar louco de vontade de ler os próximos livros da série. Possui no final da edição carta da autora e  o primeiro capítulo de "O Visconde que me amava - Os Bridgertons 2", que conta a história de Anthony.

Se interessou? A Editora Arqueiro disponibiliza as 26 primeiras páginas do livro pra você! É só clicar aqui.





********
Quando Simon virou o corredor num canto, ouviu vozes e ficou paralisado. Havia interrompido um encontro de amantes. Que droga. Precisava sair dali sem ser notado. 
No entanto, quando começou a recuar em silêncio, ouviu algo que chamou sua atenção. 
– Não. 
Não? Será que alguma jovem tinha sido levada até o corredor deserto contra sua vontade? Ele não desejava ser o herói de ninguém, mas não poderia ignorar um insulto dessa magnitude. 
Antes que pudesse emitir qualquer som, porém, a jovem acertou um soco surpreendentemente forte bem no queixo do rapaz que a assediava. 
Ele desabou no chão, agitando os braços no ar de forma cômica. Simon ficou parado no lugar, assistindo incrédulo à garota cair de joelhos. 
– Ah, puxa – disse ela. – Nigel, você está bem? Eu não tive a intenção de bater tão forte.
Simon riu. Não conseguiu evitar. A garota olhou para cima, assustada. 
Ele ficou sem ar. Até então ela estivera oculta nas sombras, e tudo o que ele havia conseguido discernir de sua aparência tinham sido os cabelos fartos e escuros. Mas agora, quando ela levantou a cabeça para encará-lo, Simon constatou que tinha olhos grandes, também escuros, e a boca mais larga e exuberante que ele já vira. Seu rosto em formato de coração não era bonito segundo os padrões da sociedade, mas alguma coisa nele o deixou sem fôlego.

1 de abr. de 2013

Resenha: Proteja-me - Juliette Fay


Informações:
Titulo original: Shelter me
Tradução: Marcos Maffei
Páginas: 448
Formato: 16X23 cm
Acabamento: Brochura
Lançamento: 21/01/2013
ISBN: 9788581632209
Preço: R$34,90

Sinopse: 
Quatro meses após a morte do marido, Janie LaMarche continua tomada pela dor e pela raiva. Seu luto é interrompido, no entanto, pela chegada inesperada de um construtor com um contrato em mãos para a obra de uma varanda em sua casa. Surpresa, Janie descobre que a varanda era para ser um presente de seu marido — tornando-se, agora, seu último agrado para ela.
Conforme Janie permite, relutantemente, que a construção comece, ela se apega aos assuntos paralelos à sua tristeza: cuidando de seus dois filhos de forma violentamente protetora, ignorando amigos e família e se afundando em um sentimento de ira do qual não consegue se livrar. Mesmo assim, o isolamento autoimposto de Janie é quebrado por um grupo de intervenções inconvenientes: sua tia faladeira e possessiva, sua vizinha mandona, seu primo fofinho e até Tug, o empreiteiro.
Quando a varanda vai tomando forma, Janie descobre que o território desconhecido do futuro fica melhor com a ajuda dos outros. Até daqueles com os quais menos esperamos contar.

Por Carla Rodriguez

Proteja-me é uma leitura simples, mas de um significado profundo. Só quem já perdeu alguém próximo e de forma tão inesperada, como o acidente que tira o Robby de sua vida, sabe e consegue entender o que Janie sente e como reage. Pra quem não conhece essa dor, o livro vale como uma importante reflexão de como na realidade não temos controle de nada no mundo e devemos aproveitar cada segundo. Pode parecer/ser clichê, mas é um clichê vale a pena.
A raiva, o sarcasmo... a barreira de proteção que Janie cria pra sua dor e que aos poucos, com ajuda de pessoas que ela jamais imaginaria, vai sendo rompida. E que pessoas! Que personagens! Juliette Fay cria e desenvolve seus personagens ao longo do texto de forma delicada, porém incrível. Não tem como não se apaixonar por Dylan e Carly, o motivo principal de Janie conseguir seguir com a vida.
Com passagens de nos fazem rir ao mesmo tempo em que estamos chorando, Proteja-me é uma história de dor e superação. É sobre família e sociedade. Não é um romance qualquer, “fácil de gostar”. Leia quando estiver com tempo e esperando uma leitura mais séria, você certamente irá gostar e se envolver. A história prende e emociona, não só pelo sofrimento de Janie, mas por outros personagens como Tug, o Padre Jake, Shelly e Cormac, que só lendo pra você descobrir!



E olha aí quem também não queria desgrudar do livro:


23 de jul. de 2012

Resenha - Uma Princesa de Marte


por Carla Rodriguez



Edgar Rice Burroughs: Você pode não reconhecer o nome, mas você já ouviu e já falou do trabalho dele. 


Burroughs escreveu duas séries de grande influência no mundo literário: Tarzan e a série Barsoom, mas conhecida como John Carter. Um dos escritores mais influentes do último século, principalmente na área de ficção cientifica. Em 2012 completa 100 anos da publicação de seu primeiro livro: A Princesa de Marte.

Não se engane de pensar que A Princesa de Marte é só mais um livro. Ele é mais que isso. Ele é um manuscrito, um livro de relatos, quase um diário do Capitão Carter, que fará você embarcar numa aventura sem volta. Pelo menos não até que você chegue a última página.

Ao iniciar a leitura, a primeira coisa com que o leitor se depara é um prefácio, assinado pelo próprio Edgar Rice Burroughs, contando-nos sobre a vida do Capitão Carter, ou como ele costumava chamar: Tio Jack. Um homem que estava sempre sorrindo, gentil e adorado por todos. Brincava com as crianças e entretia a avó de Burroughs com suas histórias. Até que chega a hora que precisa lutar na Guerra Civil Americana. Ele volta anos depois, não envelhecera nem um dia. O mesmo Tio Jack de antes, quando estava na compania de outras pessoas. Mas quando ficava sozinho era misterioso, de um jeito quieto e distante.
Um dia, por volta de março de 1886, Burroughs recebeu um telegrama de seu tio pedindo que voltasse a sua casa em Nova York. Ao chegar, descobre que Capitão Carter havia falecido. Edgar Rice Burroughs era seu herdeiro, e com isso, recebera ordens peculiares, deixadas pelo prórpio capitão antes de morrer, do que deveria ser feito com seu corpo e seus pertences. E é assim, através do desejo do capitão, as estranhas circunstâncias de sua morte e suas peculiares ordens, que esse precioso manuscrito vem parar em nossas mãos, leitores.

Capitão Carter juntamente com o Capitão Powell descobrem uma veia de ouro em um lugar isolado do Arizona, numa época de muita dificildade. Devido a falta de material necessário para a extrassão desse tesouro, decidem que Capitão Powell, como era engenheiro de minas por formação, voltaria a civilização e compraria o material necessário para que começassem os trabalhos. Porém, pouco tempo da partida Capitão Powell é atacado por índios. Capitão Carter, preocupado, vai trás do amigo, mas é tarde de mais. E agora, os indíos estão trás dele. Encuradalo em um penhaco, a única opção de John é se esconder pequena caverna existente ali e a qual os índios parecem não querer se aproximar. Ao cair a noite, algo parece estar acontecendo dentro da caverna.

John é transportado para Marte, ou como é chamada por seu povo: Barsoom. Capturado pelos temíveis Tharks, precisando aprender a lidar com seu corpo em uma atmosfera completamente diferente da encontrada na Terra e tentando conquistar o amor da princesa de Helium, Dejah Thoris.

Numa aventura repleta de reviravoltas, a série é um importante retrato literário da sociedade americana pós Guerra Civil e do mundo, que começava a aquestionar e procurar entender as possibilidades de vida em outros planetas. Eu costumo dizer que nada está a frente do seu tempo, mas sem dúvidas Burroughs e John Carter estavam. Se passaram 100 anos de sua publicação e o livro continua a agradar e conquistar fãs de todas as idades com um texto que soa perfeitamente atual. 

Quer saber quão importante o livro foi e ainda é? 
Uma larga cratera marciana (104 quilômetros de diâmetro), localizada na latitude 72.5S / longitude 243,1W, foi nomeada Burroughs após a morte do autor. Você conhece alguém que dá nome a uma cratera em Marte graças à influência de suas histórias? Acho que não, né?!

A Princesa de Marte é o primeiro volume de uma série de 11 livros. Publicada em 2011 no Brasil pela Editora Aleph, esse ano publicou-se o segundo volume: Os Deuses de Marte, em breve também aqui no blog. 

Quer conhecer um pouco mais? Você pode ler o prefácio (maravilhoso) e o primeiro capítulo aqui.

***
"Um detalhe estranho sobre a tumba na qual seu corpo ainda repousa: a pesada porta, equipada com uma única e grande fechadura folheada a ouro, só pode ser aberta de dentro para fora.
Sinceramente, 
Edgar Rice Burroughs"
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A Princesa de Marte é a obra original que inspirou o filme da Disney lançado esse ano (2012) chamado John Carter - Entre Dois Mundos.
A Princesa de Marte é a obra original que inspirou o filme da Disney lançado em março de 2012 chamado John Carter - Entre Dois Mundos.

17 de jun. de 2012

Resenha - Odd e os Gigantes de Gelo



Em um vilarejo da antiga Noruega, vive um menino estranho chamado Odd, e ele tem sérios problemas com a sorte: seu pai faleceu em uma expedição viking, uma enorme árvore caiu sobre a sua perna, deixando-o manco, e um interminável e rigoroso inverno está tornando os moradores do vilarejo perigosamente mal-humorados. 
Para escapar das piadas dos vizinhos, Odd pensa em se refugiar na floresta, numa antiga cabana que costumava pertencer ao pai. Mas, antes de chegar lá, se depara com um urso, uma raposa e uma águia - três criaturas com a mais curiosa das histórias para contar, e uma missão muito perigosa para um menino com uma perna boa, uma perna bem ruim e uma bengala de madeira... 
De repente, Odd se vê numa jornada incrível, mais estranha do que jamais poderia imaginar: ele precisa resgatar Asgard - a morada dos deuses - do domínio dos Gigantes de Gelo. Para derrotar os Gigantes, trazer a paz de volta à cidade dos deuses e finalmente dar um fim ao terrível inverno que cobre aquele pequeno vilarejo na Noruega, é necessário um tipo muito especial de menino. Um menino alegre, e irritante, e esperto... Um menino exatamente como Odd.

Um livro de aparência infantil, mas com uma história forte, típico livro de Neil Gaiman. E tenha certeza, Neil Gaiman é sinônimo de livro incrível. Aos fãs de mitologia nórdica, um prato cheio e com direito a ilustrações maravilhosas. Em uma primeira leitura, sem prestar atenção aos detalhes, você pode achar a história boba, mas se você prestar atenção ao que Gaiman trata como banal, você certamente se perguntará se aquele é mesmo um livro "infantil".

Mais uma história incrível para a enorme lista de Neil Gaiman. Odd é um meninoazarado, logo no início do livro uma série de coisas ruins acontecem com ele, mas ele não perde a alegria dentro dele, mesmo com tantos problema. Recomendado pra qualquer idade e qualquer gosto, 5 estrelinhas pra ele 


Odd e os Gigantes de Gelo tem:
126 páginas.
Preço médio: R$ 20,00
Editora Rocco

1 de abr. de 2012

Resenha - O milagre

O Milagre - Nicholas Sparks

Sinopse: O romance de Nicholas Sparks traz a história de Jeremy Marsh, um respeitado jornalista que não consegue emplacar um relacionamento afetivo que o faça feliz. Acostumado a viajar pelo mundo à cata de lendas urbanas, Jeremy parte em direção a uma cidadezinha do sul dos Estados Unidos para investigar as misteriosas luzes de um antigo cemitério escravo que teria sido alvo de uma maldição. Lá ele conhece a bela bibliotecária Lexie Darnell, que irá ajudá-lo em sua fantasmagórica missão.
Prestes a descobrir um segredo que poderá abalar os alicerces da comunidade, esse implacável destruidor de mitos terá de se confrontar com o único fenômeno que considera genuinamente misterioso e sobrenatural: uma paixão avassaladora.

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