25 de mai de 2012

Resenha: Pão-de-Mel



Editora: Galera
Autor: RACHEL COHN
Ano: 2007
Número de páginas: 224
Sinopse: Depois de ser expulsa do colégio interno, a selvagem, obstinada e viciada em café Cyd Charisse volta a São Francisco para viver com a mãe e o padrasto. Mas para ela, não há como sobreviver neste lar imaculado: Cyd quer ser livre, e não se importa em quebrar as regras. Mas quando sua rebeldia sai do controle, seus pais a despacham para Nova York para passar o verão com seu pai biológico, Frank. O que ela não esperava era que o verão na cidade não corresse como ela planejara - e Cyd está longe de ser o que a nova família imaginava




Eu ganhei este livro, vou ser sincera e admitir que eu queria ter ganhado outro na época, mas hoje estou muito feliz de ter ganhado este, porque após lê-lo, vi que é um livro muito bom.

Bem no começo eu estranhei a Cyd ficar falando da boneca, apesar dela ter explicado que era a única coisa que seu pai biológico lhe deu na vida, eu entendi o motivo de ser tão apegada a ela. Mas ela carregava sua boneca para onde ia, falava com ela e imaginava que ela a respondia, isso é estranho para uma adolescente de 16 que já havia passado por muitas coisas na vida.
Enfim, tirando isso, o livro é bem legal.

A Cyd não tem muitos amigos, não se dá bem com sua família, quer fazer o que quiser e não ser castigada por isso. Como Pão Doce disse, ela é mimada.
Por falar em Pão Doce, esse livro tem uns nomes bem esquisitos, como o nome do namorado de Cyd, Siri, a própria Cyd Charisse. Os nomes da mãe e do padrasto dela não são estranhos, mas eu ri muito quando foi mencionado pela primeira vez, Sid e Nancy.

Voltando ao assunto “poucos amigos”, ela tinha voltado do colégio interno onde aprontou muito com seu namorado Justin, que foi expulsa pelo comportamento. Neste colégio ela havia tentado ser popular e conseguiu quando se envolveu com o Justin, que não era um envolvimento muito profundo, era físico mesmo. Então não houve sofrimento com o rompimento deste relacionamento, e sim o que este relacionamento causou na vida dela. Deixou um vazio nela. Eu gostei bastante da Cyd, senti que ela precisava de uma amiga legal para quem contar seus segredos e pedir conselhos, para chorar com ela.

Então quando volta, conhece Pão Doce que é uma senhora que ela continuou visitando após o término da sua detenção. Ficaram amigas e lá onde Pão Doce morava conheceu Siri, seu grande amor, mas que ela tinha umas quedinhas pelo seu irmão, isto não tinha como negar.

Eles acabam dando um tempo quando Cyd fica de castigo e Siri percebe que eles passam muito tempo juntos e que ele queria mais tempo para surfar e pintar. Cyd não gosta nada disso, mas com a infelicidade que seu castigo estava causando em casa sua mãe e padrasto resolvem mandá-la para Nova York para conhecer seu pai biológico e seus meios-irmãos.

Claro que um pai que nunca se envolveu na sua vida não iria virar da noite pro dia o melhor pai do mundo, como ela esperava, mas com seu irmão Danny teve uma ligação assim que se viram. Gostei muito dos momentos que ela teve com Danny e como barista em seu estabelecimento. Porém o começo que ela teve com sua irmã não foi muito bom, mas elas conseguiram não se estranhar muito no final.

Com a ida a Nova York, Cyd conseguiu pensar melhor sobre as coisas e amadureceu um pouquinho.
Mas só terei certeza disso lendo o segundo livro.

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